Filhotes à venda / Como Comprar

Quer uma Akita? Antes de mais nada leia Aqui!

Só a informação pode te ajudar a acertar na compra do seu filhote. Então, por maior que seja o texto, não deixe de se informar.
 
Antes de pensar em escolher um filhote, primeiramente deve-se escolher a raça a ser criada. É interessante pesquisar, ver e ouvir sobre a personalidade da raça em questão. Utilizar-se apenas da internet e telefone para essa tarefa, não é o recomendável.

Nas redes sociais temos pessoas que mal convivem/conviveram com a raça e se mostram profundos experts dela. E, isso não é privilégio da raça Akita.Sempre tem alguém falando sobre as características da raça, que ele mesmo só conheceu no papel, na telinha do computador, ou ouviu da boca de alguém.
 
Por isso, é fundamental ver, com os próprios olhos, sentir a honestidade do criador, entender as qualidades dos cães.
 
Decidindo a raça (você gastará pelo menos 6 meses pesquisando e visitando canis), você deve procurar os criadores.
 
O ideal é tentar falar com TODOS os criadores da raça em questão. Procure saber principalmente sobre os problemas da raça.
 
Pela internet ainda, tire suas duvidas… Envie uma lista de perguntas a TODOS os criadores. Analise cada uma das respostas e reserve as que lhe passarem mais confiança.
 
Desconfie sobre aquelas respostas do tipo: “isso não precisa”, ou “é assim mesmo”, ou qualquer desculpa esfarrapada. Também sabemos que existem criadores “estrelas” que não querem ser incomodados ou questionados. Imagine só, se ele não quer te atender antes de receber seu dinheiro, imagine depois receber como será…
 
Todas as raças têm e todos os criadores já conviveram com problemas. Se algum disser que nunca teve nenhum tipo de problema…  De duas, uma… Ou é mentira, ou não criou tempo suficiente. Esse já pode ser o primeiro critério de corte de criadores. Não existe cão perfeito e não existe linhagem isenta de TODOS os problemas genéticos.

Também não se esqueça de pedir o contrato de compra e venda de cada um dos canis. Lembre-se que animais domésticos são considerados bens duráveis e sua venda é regida por lei. E você como consumidor tem direito ao contrato e as garantias previstas nela.
 
Quando o criador lhe mandar fotos ou vídeos dos filhotes via internet, veja além do filhote. Procure observar o ambiente em que eles vivem, e as condições que eles são apresentados. Filhotes molhados e sujos se estão assim nas fotos, imagine como ficam no canil… Ainda falando em fotos, para leigos, todo filhotinho peludinho é lindo, mas nem sempre são akitas de verdade. É fácil, para conhecedores, ver e projetar como os filhotinhos serão. Para leigos é praticamente impossível.
 
Para selecionar o canil, não se prenda apenas no e-mail de resposta e nas fotos que receber, peça para o criador lhe enviar contato de outros clientes e entre em contato. Normalmente os proprietários felizes com seus cães não se opõem a falar sobre eles e também sobre o atendimento do criador.

Peça para ver fotos atuais dos cães comprados, até mesmo para compara-las com as fotos que o criador lhe enviará. Considere que o trato que um cão de canil recebe, é imensamente mais especifico do que um cão de proprietário, mas assim você conseguirá ver detalhes como altura, se o cão tem uma cara redonda ou se parece um pastor alemão branco entre outros detalhes. Não deixe de perguntar sobre a saúde e o temperamento dos cães em questão.
 
Após essa etapa, procure marcar uma visita no canil em questão. Mesmo que o canil fique em outro estado, vale à pena investir um pouco agora, para evitar problemas futuros. Hoje em dia, passagens aéreas compradas com antecedência saem a um valor bem accessível, e se programando, valerá à pena criar uma ligação maior com o criador do seu possível filhote.
 
Lembre-se: A seleção do canil jamais deve ser regional!
 
Quando chegar ao canil, procure saber mais sobre a rotina dos cães, observe as instalações, conhecer os tratadores, e principalmente, procure ver a ligação dos cães com seus proprietários. Considere a distancia da moradia dos criadores da área do canil. Procure conversar com familiares e quem mais morar no local, para saber o quão os cães são amados e queridos.

Procure saber a marca da alimentação e dos produtos usados no canil, e o porquê delas.
 
Questione sobre o médico veterinário responsável, e questione sobre a linhagem e qualidade genética dos cães. Deixe que o criador dê uma aula sobre o que ele sabe e quais as perspectivas que ele tem sobre o acasalamento que resultará no nascimento do seu filhote. Pergunte sobre as prioridades do criador na criação e quais são suas preferências na aparência do akita, e como ele entende que deve ser.
 
Procure ver os cães, em especial, os cães de criação do próprio criador, principalmente para você saber se os cães que nascem ali são do tipo que você quer ter na sua casa.
 
Caso seja do seu interesse, questione o criador sobre a possibilidade de acasalar seu cão e se ele lhe dará algum respaldo técnico para a manutenção da ninhada e depois para a venda dos filhotes.
 
Se até o momento que for embora, o criador não lhe perguntar nada a respeito da suas atividades, rotina, residência, também desconfie. Afinal, o criador deveria ser o primeiro a se preocupar com qualidade de vida que o filhote terá.
 
Faça isso, nos criadores que achar que merecem sua atenção. Considero que 4 ou 5 canis é um bom numero para se visitar.
 
Agora é a hora de falar sobre valores.  Já fui diversas vezes criticado por falar sobre esse assunto, mas é necessário. Quando se compra alguma coisa, é preciso pagar por ela. E “normalmente” o preço pago pelo filhote reflete a qualidade dele. Não é regra, mas geralmente é assim.
 
Temos em nossa planilha de administração da criação, um cronograma de despesas e receitas, que visa sempre o “empate” numérico das partes.

Os itens que compões as despesas são quase infinitos: começando por alimentação de altíssima qualidade (especifica para cães jovens, adultos, seniors, em fase de gestação e amamentação e para os cães show), passando por todos os processos de prevenção de doenças (ai entram os antiparasitários internos e externos, vacinas, assepsia, desinfecção, limpeza e organização do local onde vivemos nós e os cães, exames laboratoriais, consultas veterinárias, etc.), suplementos vitamínicos para a preparação dos animais para exposições, mão de obra treinada e especializada para o manejo corretos dos cães, construção e manutenção de instalações, além das tradicionais contas de água, luz, telefone…

Quando se tem ninhadas, os gastos aumentam ainda mais, começando pela preparação dos pais, e ainda os bebês, que além de comerem muito bem, desperdiçam muita ração, são vermifugados à cada 15 dias, vacinados, registrados e microchipados na data correta. Óbvio, que além deste básico, os criadores sérios, ainda fazem altos investimentos em melhoramento genético, com a aquisição de novos exemplares (nacionais e importados – chegando esse ultimo, ao valor de R$20.000,00), contratação de coberturas, e principalmente as viagens (transporte nosso e de nossos cães) que também são bem caras. Fora isso, alguns não contabilizam, apesar de ser um gasto, as exposições caninas, que estão cada dia mais caras… Inscrições, viagens, preparação, algumas vezes é necessário se contratar um handler (profissional que treina e apresenta os cães nas expos), aluguel de acampamento, estacionamento, etc. etc. etc. Facilmente se gasta R$ 1,000.00 reais por final de semana, quando se vai com 4 cães para participar.
 
Não coloco nesta conta, todo o nosso suor e dedicação integral aos cães e aos estudos, tampouco coloco possíveis emergências veterinárias, que possam necessitar de cirurgias ou coisas do gênero, pois não são comuns, mas quando acontecem abalam significamente o orçamento do canil.
 
Pois então… Esta é a relação de despesas… E qual é a receita?
 
Única e exclusivamente, a venda dos filhotes.
 
A partir desta informação, vamos pensar como alguns criadores chegam a valores que representam 50% menos do que um filhote nosso é vendido:
 
Diminuir a qualidade dos produtos usados. Normalmente o valor do “genérico” é mais importante do que a qualidade dele.
 
Plantel reduzido: Com poucos cães, se gasta muito menos, não necessita de funcionários, não se tem gastos com instalações (daí sim, é comum ver quintais recortados com telas, cães e as vezes até ninhadas inteiras em banheirinhos dos fundos, etc. etc. etc.), vulgarmente chamamos de criação de fundo de quintal;
 
Aquisição de material genético sem escrúpulos (quando se aceita aquilo que lhe é doado e não aquilo que é necessário para melhorar a criação). Coberturas são contratadas pelo preço e não pelo estudo e características necessárias para se realizar um bom acasalamento, etc. Normalmente os negócios são feitos na “brotheragem”.
 
E o mais importante… “Desovar” os filhotes o quanto antes, também por isso do preço mais baixo, pois um filhote de 4 meses “encalhado” custa muitas vezes, mais do que um cão adulto pro criador, além de tomar espaço.
 
OU, SE O CRIADOR TIVER CONDIÇÕES FINANCEIRAS DE MANTER UMA CRIAÇÃO DE ALTO NÍVEL, SEM A NECESSIDADE DA VENDA DOS FILHOTES. DAÍ É SÓ DOAR OS BEBÊS QUE NASCEM PARA LARES SELECIONADOS.
 
Agora, depois de selecionar a raça e o criador, é hora de selecionar o pai e a mãe do seu futuro filhote. Títulos são bacanas, mas não são garantia de qualidade. É mais importante observar o comportamento deles, perguntar sobre históricos de doenças na linhagem e na vida deles e principalmente, pedir pra ver outros filhos e netos do cão em questão, caso já tenham nascidos.

Atente-se sobre o temperamento do cão, postura dele quando apresentado a você. Infelizmente, hoje em dia, existem akitas extremamente medrosos, o que é totalmente fora dos padrões da raça. Também, um cão extremamente agressivo não é o ideal. O akita é um cão equilibrado, e isso quer dizer que não deve ser nem agressivo (apesar de ser natural não tolerar carinho de estranhos) e muito menos medroso. Procure saber do temperamento dos filhos/netos dele.
 
Por fim, agora é hora de reservar o bebê e dar inicio ao prazeroso processo de recepção do seu filhote.
 
Sintetizando:
 
Estude a raça. EVITE tirar suas conclusões apenas pelas redes sociais, ou por falar com pessoas que não trabalham de fato a raça. Entre em contato com a maioria dos criadores possíveis. Vasculhe cada criador, veja exatamente quais os objetivos de cada um e procure o criador que, em sua opinião, mais trabalha pelo desenvolvimento da raça e melhor assiste seus clientes. Desconfie de preços baixos. Quem paga a conta sempre são os cães.

Tenha contato direto com os pais do seu futuro filhote, e pesquise por irmãos ou sobrinhos do seu futuro filhote. Isso ajudará a ter uma idéia de como será seu futuro companheiro. 

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